Espasmo de um inóspito // Renúncia
Minha mente
já fora somente viva...
Espamos atordoa-me.
Escrevo por que respiro,
sou covarde
o suficiente à continuar.
O espanto já fora todo ensaiado.
pensamentos todos libertinos
aos olhos alheio dos meus;
Isso é estar liberto?
Covardia de um inóspito,
um pêndulo de prazer
também clamado dor.
Sinto-me suando amor,
Sinto-me o espasmo de outro criador, outro ditador.
por enquanto só escrevo.
Até quando estará viva ?
não posso ter mais posse.
Escrito por Rodrigo Alves às 03h40
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Aos Passos Sigo ruídos Além dos sapatos Compassados A sensação que não vejo, previra o ancião já precipitado. Silencio a visão Com o gracejo Do vôo Dos pássaros/(sonoro) Escaparei Desse mundo Humano Só até a natureza Apartar o riso Que compensa O risco ... Debruçara à balaustrada Aguçando-me ao vento do mar Danço com os passos dos pássaros Passava, do alto ao chão... Caíra saracura dos olhos vermelho carcará do meu agreste esqueça a seca saciem nossos desejos Arqueados a/longe da/ terra Sigam as monções Venham ver as ondas Destemida Depois voltemos ao ar. E a queda. Respeitara o ciclo. De dança. E volto ao mundo dos humanos/homens. Ó falsa fuga! se ao menos não fosse dita. Idealizara A existência do novo.
Escrito por Rodrigo Alves às 18h36
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TUDO ... É TÃO IGUAL ... PREVISIVEL ... MINHA MENTE Nunca precisei enganar meu Vazio nesses dias; Álias, eu sempre fora enganado por eles; hoje sinto essa angústia ,Algo que não terminou ou que nem começou... sei que não pode me entender , o problema sou EU não é você... ... Uma pausa para brindarmos meu vicío, vício do medo vício de não encontrar o que sou vício de me procurar... vicío meu ser, engano-o! Engano-me! Isto deixou de ser um brinde apesar dos copos se encontrarem! Vamos festejar minha incoêrencia! Vamos festejar, Minha incoêrencia! Eu já fora outro alguém, era criança, brincava com a vida, não tinha ou não percebia este vazio. Isto deixou de ser Aquilo!! Aquele sorriso Aquelas fantasias Este medo Este Vazio De fato não sei ser gente grande Outro brinde Este para fingimento Para o que finjo fingir, Para ter sorrisos que enganam o medo Fantasias que preencham o vazio. Outro brinde Este para aquele Rosto que me olha atravéz do vão da janela, com medo, esperando que eu pule e busque-o de volta.
Escrito por Rodrigo Alves às 20h59
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Renascendo do vácuo
Quem somos nós ? Para criar deuses. quem somos nós ? pra dizer que amamos. quem somos nós ? pra duvidar das leis divinas. Quem somos nós ? pra não corresponder a um sentimento. Quem somos nós ? pra sentir. quem somos nós ? para obedecer ciclos. quem fomos nós ? que criavamos deuses. diziamos que amava. duvidavamos das leis . obdeciamos. sentiamos, Não correspondiamos. davamos ordem. obedeciamos o Ciclo.
fomos o que somos , o que seremos?
quero escapar desse ciclo fazer com que se tenho fé é por que eu a tenho.
Quero dizer eu te amo , Por que AMO.
Quero corresponder, Por que eu Correspondo.
Quero sentir , o que eu sinto .
quero Nascer do vácuo.
Escrito por Rodrigo Alves às 19h20
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Desconhecido...
O Medo
Do escuro e do silêncio o medo surdo de ouvir
Da luz e do som o medo cego do Eco
Eis o pavor parodoxal do medo.
Escrito por Rodrigo Alves às 03h43
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DISCÍPULOS
Eis o amor, apaixonamo-nos por paradigmas Tememos outra doutrina.
Eis a razão, criamos imagens da Imagem revivendo em cavernas.
Eis a cegueira, iluminamos paradigmas em ordem doutrinária.
Eis o tempo que diz: estático e dizemos: passou.
Eis a questão Sou ou não sou?
Teimo e temo, crio do tempo a dor Temo o tempo, crio do penhor a dor temo o que teimo crio da dor: a morte o fim o pecado.
Eis o paradoxo da liberdade: subordinado ao acaso destinado, Indago!!
Se a lógica de sentir for lógico existe a dor? Ou o amor? Ou o medo?
Por que não sair da caverna ao invés de criar salas escuras?
Sou fraco ? Ou isto é ser louco?
Sou discípulo? Ou isto é ser humano?
Escrito por Rodrigo Alves às 22h09
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Rua
.Exausto, Olho para os dois lados, entro na rua e a sigo.Ainda não sei com que destino,mas sigo! Vejo um carro vindo em minha direção; Talvez ainda eu tenha forças para desviar,mas não sei se quero usa-la. Talvez a dor do impacto seja mais confortante ou tão dolorido quanto a dor da minha exastão, quanto a dor de não ter destino.Quem sabe meu destino é ser sem destino. Minhas dores,arrependimentos e confusão me fazem viver tão intensamente que , apesar do meu medo , desejo a morte; No limete da vida, limite de todos os sentimentos, desejar a morte é viver. Que força é essa que ainda me impede de ir de encontro com o carro? será que é pelas pessoas que amo? Mas o amar é tão intenso quanto querer morrer, o amor tão egoísta quanto desejar a morte. Ainda tenho medo então deixarei por conta do acaso , se é que existe. Mas que medo é esse ? E por quê ? talvez seja o medo da mudança. Quando aquele carro me acertar as coisas podem não ser como agora, e por pior que seja o agora, eu tento me adaptar a ele, criei o hábito de sobreviver,criei o hábito de ter Hábitos, e qualquer coisa que venha contra eles, Assunta-me. O carro insiste com sua aproximação,seu zigue-zague imita a inconstância do meu ser. É engraçado depois de tanto tempo eu ainda acreditar que o Eu é Meu. Nunca me encontrei,Nunca me tive;Sempre fui obrigado olhar para os dois lados, pois diziam que eu seria atropelado.Seria EU? ou Eles seriam ? QUE SEJA! Agora finalmente eu posso ser Eu. Posso fazer escolhas, contudo todas que imagino me assustam; Mas por que raios não sofro um acidente, e tudo termina como começou, se é que isso seja o fim. Antes que eu percebesse que o carro do zigue-zague não existe, ouço em um silêncio ensurdecedor,um vázio ecoando todas minhas indagações,Indagações.indagações. Minha respiração,que fora cansada pela exaustão, agora expulsa meu pulmão.Não inspiro mais , somente Expiro. Eu fora atendido com a aminha ultima escolha. Era uma rua de mão dupla.
Escrito por Rodrigo Alves às 20h18
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Pensando ainda em um titullo
Preciso de mim, mas não me suporto lamento minha lamentação sou piedoso comigo, maldita tolice. preciso de deixar de ser covarde e enfrentar essa gente tão corajosa, Tão cheia de verdades e certezas Preciso de mim! Preciso acreditar nessas certezas? Acreditar que o tolo sou eu? Talvez eu seja mesmo, Já que tenho só a você , suas ideias e sua Sapiência. Sou quase você. Lamento por não saber o que é esse mim que tanto preciso. Lamento por minha lamentação. Dane-se essa lamentação, Dane-se esse mim Que eu tenha só certezas, MESMO QUE SUAS. Não me lembro das minhas, Droga! serei você e outros serão nós. Dane-se o Mim e as certezas de cada um , Que sejam Nós.... Dane-se nós , um dia havemos de deixar de existir. Eu , você e eles escravos do Poder .
Escrito por Rodrigo Alves às 21h19
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Droga de sentir , droga pára o sentir ,droga para o sentir , droga de drogas. Mais uma vez acordei Sua presença era tão real Seu Olhar tão sincero Meus sonhos não obdecem minha lucidez; Esses insistem em subir na Pedra, Essa para lucidez é perigosa. Talvez não exista lucidez quando se vê a Pedra no TEATRO. Tragam mais bebida Tragam seus textos Traga você. Tantos falsos trazeres.. Com mais esse trago... Trarei mais verdades quem sabe o que é a verdade? e o que é o falso ? Talvez seja o Teatro da vida ... Cenário , luz , Personagens , histórias ... Verdades e mentiras...amor e Paixões. Enquanto roda as dores , os medos, as paixões ... o real surge Inibindo a lucidez Real ? Insisto em máscara-lo e ele aparece assim mesmo ... Traidor ou ator . QUE SEJA ! Mais uma vez acordei sua ausência, Minha bebida, minha fuga. o que é esse texto ? Ai! Minha cabeça Parece Ter encontrado a pedra de frente. Que dor de cabeça! Quero um copo de água! A Pedra mais alta - O Teatro Mágico "Me resolvi por subir na pedra mais alta Pra te enxergar sorrindo da pedra mais alta Contemplar teu ar, teu movimento, teu canto Olhos feito pérola, cabelo feito manto"(...).
Escrito por Rodrigo Alves às 17h07
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Sem titulo e sem revisão . perdoe os erros e talvez o conteúdo ,mas foi o que consegui escrever. logo terminarei esse rascunho. Meu novo eu Também tem medo de ser . novamente meu medo quer ser Eu o Eu tem medo de novo, de novo eu tenho só a mim mim não é suficiente Eu sou um Pronome? ou o Eu que é? mim é maior que eu são 3 letras, por que não posso usá-lo como já feito. Tantos "Eu" que proibem o mim de ser. quem é mim ? Sou eu ? Talvez eu não posso ser mim, pois já fizeram o Eu.
Escrito por Rodrigo Alves às 22h47
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Equilibrio Volúvel
Em seu desespero Você exige explicação Exige paternidade.
Saber que o desespero, o amor, o medo , o ódio. fazem parte da arte de viver. pode ser fácil.
O difícil é entender ou explicar que todos vão mas nem sempre podem voltar
poemas são imagens da vida como a vida estes têm que ter um inicio e o fim tem que ser escrito mas só sentimentos e pensamentos permanecem
A imagem nem sempre é real Versos são belos quando os sentimentos são insuportaveis
Músicas vivem e vivemos as músicas quando as ouvimos, por que as músicas não morrem?
assim como minha felicidade se esvazia em fração de tempo seu humor repentinamente desobedesse uma linha de equilibrio
Talvez o equilibrio não seja real Talvez a morte seja o equilibrio Talvez a morte seja o verdadeiro segredo dessa vida. Talvez viver seja o verdadeiro segredo dessa vida.
De-me músicas De-me versos De-me Poemas De-me seu desespero
Dou-lhe a vida. Agradecimentos à querida irmã Larissa Anne e a uma grande amiga Thamyres Almeida
Escrito por Rodrigo Alves às 13h56
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Sentir
As vezes o sentimento É para se sentir; Outras vezes sentir e confundir; Se enquanto sinto posso me confundir Por que enquanto me confundo Não sei o que sinto? Traído pelas próprias emoções
Busco algo que me dê razão.
Escrito por Rodrigo Alves às 10h29
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Simples como amar a Lua (II)
Se amor existe, por que não é fundamental? Dissimular, esta seria a chave do futuro. Quando soube que a lua Tinha costumes de perfeição Decidi decifrar seu mistérios. Ousadia a minha. Pois, como um grego Analisei todas suas fases Percebi seu requinte.
A lua não é um corpo luminoso E sim um corpo iluminado pela luz do sol Dependendo de sua fase A Maré, as ondas se transformam; O que é o sol ? Talvez sua segurança? O que são as ondas? Talvez minha confusão? Não percebe que nunca o corpo todo é iluminado? Não percebo que a onda não pode ser controlada? Durante suas rigorosas mudanças Você parece ser a mesma Crescente parece tanto com minguante Ignorância minha sempre crer nisso É engraçado que mesmo tão distante Você opera sobre as estações Quando menos esperamos é primavera outra vez.
Escrito por Rodrigo Alves às 15h18
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Simples Como amar a Lua
como posso amar e ser amado em um tempo que ainda virá. Virá?! Estou cansado de ter só o futuro Por que o futuro não é o presente? Por que nestes o Simples é o Amor? Talvez Não seja o futuro nem um presente, talvez seja só mais um sonho. Sonho ou não A Lua sempre está ali Iluminando a todos. O tempo As vezes no futuro Outras vezes Tempestuoso Me impede de ve-la agora. Mas quando o céu clareia e você reaparece Apaixono-me outra vez e pergunto se estou sonhando novamente. Se a única forma de te-la for sonhando , então que eu não desperte. Versos de um apaixonado Encomodam-me, O Eu lirico é Tão possessivo. Mas é um apaixonado . Quando a Lua deixará de ser tão distante e tão presente? Por que no céu de estrelas a lua foi quem me encantou. Como a lua você muda. Como a lua eu sempre estarei ali apaixonado.
Escrito por Rodrigo Alves às 14h59
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O Amor só é infinito quando não completo.
Há momentos que sinto uma necessiade de te ver. Vejo beleza em situações comuns e pego-me sorrindo. Busco sua presença quando ouço a chuva; Penso em você quando vejo o sol ; Encontro motivos em você que me deixam sorrindo sozinho . No mar busco o sentido da vida e vejo só você. Não Busco mais sua presença somente ouço a chuva; Não penso em você, somente vejo o sol e as situações comuns voltam a ser comuns. No mar encontro o sentido da vida e do amor, percebo que assim como as ondas, quando começam a se formar, em algum momento terá um fim , só não se sabe o tamanho da onda talves dure uma semana ou talvez uma vida .
Escrito por Rodrigo Alves às 22h36
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